Limpeza de matas; prevenção; respeito pelas normas de segurança; agentes no terreno; e o cumprimento das fases Alfa, Bravo, Charlie, Delta e Echo, que decorrem de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro: são algumas das medidas que o dispositivo de combate a incêndios florestais tem em mãos. Dito assim parece fácil, mas a verdade é que no terreno a realidade é outra, ora por falta de acessibilidades ou de meios e, principalmente, por negligência de algumas pessoas que procedem à queima de sobrantes quando não deveriam, ‘promovendo’ a calamidade dos incêndios florestais que assolam o país e, infelizmente, em S. Pedro do Sul não é diferente. O fogo posto, também se verifica, contudo as autoridades garantem que a negligência, pelo menos na nossa região, é a que mais se verifica.  Assim, no concelho de S. Pedro do Sul registou-se, desde o início deste ano, até 26 Março, 15 incêndios florestais, tendo ardido mais de 27 hectares de área estimada. As freguesias assoladas foram as de Manhouce [2], Sul [3], Valadares [1], Serrazes [1] e as uniões das freguesias de Carvalhais e Candal [4], de S. Pedro do Sul, Várzea e Baiões [1] e de São Martinho das Moitas e Covas do Rio [3]. Segundo o Chefe da Secção do SEPNA do Comando Territorial da GNR de Viseu, Tenente-Coronel José Lopes Machado, “das 15 ocorrências registadas no período em análise, foram elaborados quatro autos e identificados dois indivíduos como autores de incêndio, por negligência”. Neste sentido, o Tenente-Coronel José Lopes Machado considera de extrema importância “que nesta época do ano se tome os cuidados necessários na realização de queimas para evitar que as mesmas se propaguem para o mato e floresta”.

 

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