Estará disponível, a partir de amanhã, dia 3, a agenda ‘Valadares Cultural’. Trata-se de um espaço onde são dadas a conhecer as várias actividades a decorrer até Dezembro, na freguesia de Valadares, em S. Pedro do Sul. Este projecto, que já vai na sua quinta edição consecutiva, é desenvolvido em articulação com as associações locais daquela freguesia. As iniciativas são variadas e passam pela organização de certames tradicionais, caminhadas, festas populares, convívios, entre outros. Em termos de objectivo, o evento pretende, sobretudo, dinamizar a freguesia e promover a região. Quanto à sua divulgação, esta acontece em forma de marcador de página.

 

 

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A típica e reconhecida aldeia da Pena, em S. Pedro do Sul, poderá, num futuro próximo, abrir as suas portas para o Ecoturismo. Se tal acontecer, os proprietários poderão disponibilizar as suas habitações para pequenos albergues ou unidades de alojamento. Os espaços públicos da aldeia também não serão esquecidos e serão preservados e dinamizados, tendo sempre como finalidade a componente turística. O projecto nasceu da vontade de duas entidades - Câmara Municipal e Universidade da Beira Interior – e tem por intuito regenerar a aldeia da Pena. No terreno, uma equipa de docentes/investigadores do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura da UBI está a desenvolver o trabalho de investigação e a falar com os poucos habitantes existentes na aldeia sobre o que poderá ser feito. Contudo, a decisão final será sempre dos proprietários. Refira-se que a Pena é uma aldeia típica de xisto com menos de dez habitantes, situada num vale profundo da Serra de São Macário, com uma beleza ímpar que não deixa ninguém indiferente e onde os carros não entram.

 

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Com a subida significativa da temperatura e com a Primavera à porta, o concelho de S. Pedro do Sul já começou a sentir o flagelo dos fogos florestais que todos os anos, ora com maior ou menor intensidade, deflagram em vários hectares de mato e pinhal desta região. A verdade é que por vezes os bombeiros não têm mãos a medir para atender às várias chamadas no combate aos incêndios florestais, “muitas vezes causados pela falta de cuidados que algumas pessoas têm em fazer queimadas, numa altura em que o combustível está seco e o vento é moderado” – explicou-nos o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Santa Cruz da Trapa, Francisco Lima. Também em conversa com o nosso jornal, o responsável disse-nos que no passado sábado, dia 14, por volta das 22h30, deflagrou um incêndio florestal numa zona de difícil acesso na zona da Coelheira, na União das Freguesias de Carvalhais e Candal. Mas este não foi o único e no prazo de três dias, outros dois assolaram o concelho.

 

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'Quem tramou a Rua Direita?'. Esta é a pergunta que a Comissão Coordenadora Concelhia de São Pedro do Sul do Bloco de Esquerda fez neste último fim-de-semana ao afixar em mais de 20 lojas e habitações desocupadas, situadas na Rua Direita [cidade], a referida mensagem. De salientar que grande parte dos comerciantes aderiram a esta iniciativa do Bloco de Esquerda e também eles fotocopiaram e colocaram nos vidros e portas dos seus estabelecimentos comerciais a mensagem veiculada pelos bloquistas. Segundo Pedro Coutinho, do BE, 'Quem tramou a Rua Direita?’ foi “o Executivo PSD que, no passado, levou a cabo o projecto de requalificar o Centro Histórico sem ouvir quem vive ou trabalha na Rua Direita, porque se o tivesse feito, acreditamos que a situação seria diferente; como tal, o que o PSD não conseguiu fazer compete agora ao Partido Socialista emendar”. Contactado o presidente da Câmara, Vítor Figueiredo, sobre esta matéria, disse-nos que "onde esteve o BE em 14 de Outubro de 2011, quando o projecto foi aprovado em reunião de Câmara; e onde esteve quando, algum tempo depois, o mesmo foi apresentado no Salão Nobre da Câmara, não havendo qualquer tipo de críticas ao mesmo”.

 

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A partir de agora, os estabelecimentos de venda ao público, de prestação de serviços, de restauração ou de bebidas, os recintos de espectáculos e de divertimentos públicos não artísticos passam a ter horário de funcionamento livre. Refira-se que até aqui era competência das autarquias determinar os mesmos. Esta medida decorre ao abrigo do Decreto-Lei n.º 10/2015 e teve início a 1 de Março, todavia, os estabelecimentos são obrigados a afixar o horário a praticar. Contudo, importa salientar que a Câmara Municipal tem competência para restringir os períodos de funcionamento, a vigorar em todas as épocas do ano ou apenas em épocas determinadas, mas em casos devidamente justificados e que se prendam com razões de segurança ou de protecção da qualidade de vida dos cidadãos.

Também em conversa com o nosso jornal, o proprietário do ‘Bar O Presidente’, situado na Av. Sá Carneiro [Cidade], Fernando Oliveira, disse-nos que considera que esta medida “vai trazer benefícios, até mesmo para os vizinhos, uma vez que ao fecharmos aos fins-de-semana, às 2 horas, como tem acontecido até aqui, muitos clientes ao terem que sair ficavam do lado de fora do estabelecimento e com o barulho natural que fazem a conversar ou a deixar o espaço incomodavam os vizinhos, que vivem nos apartamentos em cima do bar. Com esta nova lei, em princípio, já a partir deste fim-de-semana [21 e 22] o meu bar ficará aberto até às 4 horas e os clientes vão saindo gradualmente e penso que sairemos todos a ganhar”.

 

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