O artista João Marques, que já foi notícia no nosso jornal há cerca de oito meses, prepara-se para expor as suas obras, que nada mais são do que 'Sensibilidade’s', já neste próximo sábado, dia 21 de Março, a partir das 18 horas, no Largo da Negrosa, numa das lojas próximas do comércio local e do antigo Centro de Saúde de S. Pedro do Sul. Trata-se de peças únicas, que João Marques tem criado ao longo do último ano e que já têm a sua marca - Recycled Art. O artista confidenciou-nos ainda que gostaria de deixar a sua marca em S. Pedro do Sul, aguardando um convite de uma instituição pública que se mostrasse interessada em receber a sua obra.

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Durante três dias, o Mestre Organeiro, António Simões, esteve em S. Pedro do Sul, mais concretamente na cidade, para proceder à recuperação do órgão de tubos do Convento de S. José, no âmbito de uma colaboração institucional celebrada com a Fundação INATEL. Trata-se de uma obra notável de talha dourada e marmoreada de diferentes cores, do século XVIII, de António Xavier Machado e Cerveira, já falecido, que foi considerado o mais notável e profícuo fabricante português de órgãos do seu tempo. Refira-se que em 1996, o órgão de tubos do Convento já tinha sido alvo de trabalhos de recuperação por parte do Mestre António Simões que, em conversa com o nosso jornal, disse que “este é o número 17 de um total de cerca de 120. Ou seja, foi um dos primeiros a ser construído e posso dizer que é um dos mais bonitos que já restaurei”. Acrescentou ainda que “é uma preciosidade histórica que não se pode deixar acabar”.

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A não cobrança de IVA, referente a tratamentos termais, realizados de 2010 a 2014, levou a que a Autoridade Tributária e Aduaneira intimasse a Termalistur – Empresa Municipal que gere as Termas de S. Pedro do Sul, a pagar a quantia de cerca de quatro milhões de euros. Este processo decorre de uma acção inspectiva levada a cabo em finais de 2013 e inícios de 2014 e apanhou de surpresa a Termalistur e Câmara Municipal que têm uma interpretação diferente das Finanças, no que toca à liquidação de IVA, sobre actos que a Termalistur considerava de foro clínico e, portanto, isentos desta taxa. De salientar que a medida já foi contestada junto da referida autoridade e os responsáveis garantem que irão até as últimas consequências. Quanto ao valor que o fisco pretende cobrar, o mesmo ronda os quatro milhões de euros, contudo com os juros de mora e a garantia bancária exigida o valor chega aos 4,5 milhões de euros.

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Na última reunião pública do Executivo da Câmara Municipal de S. Pedro do Sul, o vereador da oposição PSD, Rogério Duarte, abandonou a sessão em protesto pelo presidente da autarquia, Vítor Figueiredo, não lhe ter dado a palavra. Tudo aconteceu no período antes da ordem do dia, cerca de uma hora e vinte minutos após o início da reunião, numa altura em que a maioria tinha respondido a questões levantadas. Assim, e no último assunto a ser discutido neste período, Rogério Duarte quis voltar a falar depois da intervenção do presidente da Câmara, o que lhe foi negado. Vítor Figueiredo declarou que não. O vereador não gostou e depois de uma troca de palavras afirmou que se não podia falar ia-se embora. O presidente da autarquia disse-lhe que estava à vontade para fazer o que entendesse e assim foi. Rogério Duarte pegou nas suas coisas e saiu porta fora.

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A retoma do trânsito automóvel na Rua Direita poderá estar condicionada ao pagamento total dos fundos comunitários. Esta informação foi avançada, na última reunião pública da autarquia, pelo vice-presidente da Câmara Municipal de S. Pedro do Sul, Pedro Mouro, que fez questão de relembrar que “este projecto vem do mandato anterior” e “que ninguém contestou o corte do trânsito”. Agora “não podemos fazer nada sob pena de não recebermos o restante da verba – cerca de cinco por cento – ou mesmo ter que devolver o que já foi pago” – fundamentou. Também o presidente da Câmara, Vítor Figueiredo, teve uma palavra a dizer e explicou que “o comércio em S. Pedro do Sul tem que ser visto como um todo. Ou seja, não podemos beneficiar uma rua em detrimento de outras”. Disse ainda que “temos que gerir em consciência o trânsito na Rua Direita, até porque há comerciantes que querem e há quem não queira”.

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