A tarde da última segunda-feira constituiu para o presidente do Conselho de Administração da Termalistur, Victor Leal, um momento de satisfação naquele que considerou ser “o melhor resultado de sempre”, em termos de desempenho financeiro da Empresa Municipal. Assim, a Termalistur - Empresa Municipal que gere as Termas de S. Pedro do Sul - passou de um prejuízo a rondar os 400 mil euros, em 2012, e de 500 mil euros, em 2013, para um lucro na ordem dos 145 mil euros, em 2014. De referir que pelos dados apresentados, e quando comparados com o ano de 2013, a empresa teve mais facturação e mais clientes, com menos recursos humanos afectos. Contudo, para que estes resultados fossem positivos muito contribuiu o aumento de mais de 20 por cento do serviço de fisioterapia, assim como a receita da dermocosmética, lançada já em 2014, que teve no primeiro ano uma receita aproximada de 48 mil euros.

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O Município sampedrense aprovou na última reunião de Câmara, a 24 de Fevereiro, o valor de 30 mil euros a consagrar no orçamento do referido órgão para o ano de 2016, a afectar ao orçamento participativo. Na prática, este valor é disponibilizado para os munícipes concorrerem com ideias nas mais diversas áreas, como sendo a ambiental, a acção social, o ordenamento do território, a educação, entre outras. Assim, e mediante regulamento já aprovado, será criada uma comissão técnica de acompanhamento, onde os cidadãos poderão, em calendário a definir ao longo deste ano, candidatar-se com as suas ideias. Ideias essas que após avaliação da comissão técnica e respectivo júri poderão ser aprovadas e, posteriormente, executadas no decorrer do ano de 2016.

 

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Sem pontuar no Campeonato da 1.ª Divisão Distrital, da Associação de Futebol de Viseu, desde o início da época, há 17 jornadas, o Clube Desportivo Santacruzense considera esta a pior época de sempre. Com apenas cinco jornadas pela frente, o presidente do Clube, Manuel Almeida, muito desanimado, desabafa referindo-se “a atitudes de determinados jogadores que não comparecem aos treinos, mostrando falta de responsabilidade para com a equipa”. Contudo, o dirigente esclarece que “quem veste a camisola do Clube não recebe prémios de jogos mas, isto não é desculpa, porque uma vez que assumiram o compromisso e me pediram para inscrever a equipa, teriam que ter responsabilidade”. Mas a esperança ainda não esmoreceu e esperam nas cinco jornadas que faltam obter pontos.

 

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Foram assinados, recentemente, os protocolos de transferência da gestão da água das freguesias para a autarquia sampedrense, dando assim cumprimento à legislação em vigor que assim o obrigava, desde Janeiro deste ano. Nesta cerimónia, estiveram presentes três dos quatro autarcas abrangidos por esta imposição. De fora, ficou o da junta de Sul que chegou “a acordo de princípio com a autarquia”, na manhã da assinatura dos protocolos e, como tal, só o assinará após aprovação do documento em Assembleia de Freguesia. Contudo, outras notícias avizinham-se e serão vistas com bons olhos pelas Instituições Particulares de Solidariedade Social, bem como por famílias numerosas ou a passar dificuldades financeiras, uma vez que, de acordo com o presidente da Câmara “o próximo passo será alterar o Regulamento Municipal para desta forma poder isentar ou reduzir as taxas de consumo de água”.

 

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A Junta de Freguesia de Valadares está, desde o início deste mês, a gerir o Agrupamento de Produtores Florestais de São Cristóvão de Lafões, que inclui uma equipa de Sapadores Florestais. Segundo o presidente da Junta, Pedro Soares, "o convite surgiu no ano passado, por parte do referido Agrupamento que, ao se ver em dificuldades, decidiu efectuar uma delegação de competências para que o mesmo fosse gerido por este Executivo". Assim e sob o lema 'Proteger a Floresta Contra Incêndios', os Sapadores Florestais têm como área de intervenção as freguesias de Valadares e de Serrazes, bem como o território de São Cristóvão de Lafões. Contudo, o autarca espera que através de parcerias com entidades locais e concelhias “possamos dinamizar a operacionalidade num todo, com objectivos comuns”.

 

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