O cemitério de Pindelo dos Milagres, no concelho de S. Pedro do Sul, está lotado e vai ser ampliado. Neste momento, não há nenhuma campa disponível. Como tal, o autarca da freguesia, Manuel Mamouros, garante que esta obra “é imperiosa”. Neste sentido, a Junta de Pindelo dos Milagres abriu concurso que está a decorrer e espera que no máximo daqui a dois meses a obra avance. Em termos de espaços a criar, deverão rondar os 60 jazigos, num cemitério que tem a capacidade actual para 160 campas.

 

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É já amanhã, dia 15 de Maio, que o auditório do Balneário Rainha D. Amélia, nas Termas de S. Pedro do Sul, recebe o seminário ‘Mais Família’. A iniciativa decorrerá durante todo o dia e abordará um conjunto de temáticas. Segundo a vereadora Teresa Sobrinho, da Câmara Municipal de S. Pedro do Sul, “trata-se de um Seminário com uma abordagem ecléctica, no âmbito do tema família, em que será abordada a relação da rede familiar alargada que actualmente existe; e todas as problemáticas associadas a esta dinâmica”. Assim, “irão ser tratados vários assuntos que vão desde a violência doméstica, passando pela deficiência e o papel dos avós, enquanto estrutura de apoio, mas também como parte integrante da família da qual devemos cuidar” – explicou Teresa Sobrinho. Evidenciou ainda que serão abordados “temas relacionados com a alimentação saudável, a realidade das famílias numerosas, a violência online e o papel da justiça no seio familiar”.

 

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A Câmara Municipal de S. Pedro do Sul aprovou, recentemente, em sede, as contas do ano 2014, e deu conta que reduziu a dívida municipal em três milhões de euros. Resultado que o Executivo considera extraordinário, tendo em conta que no ano anterior eram nove milhões de euros que estavam no vermelho. Contactado pelo nosso jornal, para que nos fizesse uma análise sobre essas mesmas contas, o vice-presidente da Câmara e vereador com o Pelouro Financeiro, Pedro Mouro, congratulou-se pelos resultados apresentados, considerando-os mesmo “excepcionais” e “acima das expectativas”. Já em termos de prazos médios de pagamentos, no final de 2013, a autarquia demorava em média 145 dias a pagar, passando no final de 2014, a 115 dias.

 

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Num distrito [Viseu] em que a calamidade dos fogos florestais já deixou a sua marca negativa logo nos primeiros meses deste ano, quando ainda só nos encontramos na Primavera – cerca de meia centena de fogos em mato e/ou povoamento-, operações como a ‘Floresta Protegida 2015’, que a Guarda Nacional Republicana está a levar a efeito, podem fazer toda a diferença. O ‘Notícias de Lafões’ teve oportunidade de acompanhar dois guardas florestais do SEPNA, numa acção desenvolvida na freguesia de Serrazes e assistiu ‘in loco’  ao trabalho que desenvolvem no terreno. Segundo os intervenientes “este está a ser um ano muito seco, com muito combustível acumulado decorrente de um 2014 húmido. Portanto, estão criadas todas as condições para que este 2015 seja um ano muito complicado em termos de incêndios florestais”. Esclareceram ainda que “todo o cuidado é pouco”; e que “uma pequena chama, pode destruir vidas e bens, causando danos psicológicos a algumas pessoas que podem ficar afectadas para todo o sempre”. Além disso, há a questão do “ecossistema que demora centenas de anos a ser recuperado. É esta a nossa luta” – justificaram.

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Quando um sorriso vale mais que mil palavras e a sensação de não estar só sente-se no cumprimento de uma mão, mostra-nos que acções de proximidade ajudam a colmatar essa falta. Referimo-nos, neste caso, à "Operação Censos Sénior 2015", que a Guarda Nacional Republicana tem vindo a desenvolver e que visa actualizar o registo dos idosos que vivem sozinhos e/ou isolados. A acção termina hoje, dia 30 de Abril, e tem por objectivo sensibilizar a população idosa a adoptar comportamentos de segurança que permitam reduzir o risco de se tornarem vítimas de crime. O Tenente-Coronel José Lopes Machado, da GNR de Viseu, questionado sobre o facto de haver muitos idosos a viverem sozinhos no concelho, disse-nos que “grande parte vive por opção, até porque teriam a possibilidade de ir para casa de familiares ou IPSS’s, mas mesmo assim não querem sair das suas residências”.

 

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